
Treino de punção guiada por ultrassom sobre uma pessoa de verdade: a agulha se retrai em vez de entrar, e aparece na tela do próprio aparelho do serviço.
Dos cinco simuladores desta linha, o NeedleTrainer é o único que não simula o paciente. Ele simula a agulha.
O modelo de treino em punção guiada esbarra sempre no mesmo limite: ou se pratica num phantom, que não tem a anatomia de ninguém, ou se pratica no paciente. O NeedleTrainer corta o nó por outro lado. O participante é uma pessoa real, com a anatomia dela; a sonda é a do serviço, e a imagem é a que aquele aparelho produz. O que é simulado é só o que causaria dano: a agulha recolhe dentro do corpo do dispositivo em vez de entrar, e o sistema desenha na tela onde ela estaria.
Isso muda o que se aprende. A dificuldade de um bloqueio guiado não está em empurrar a agulha: está em manter ponta e feixe no mesmo plano enquanto a mão que segura a sonda também se move. Essa coordenação só existe quando há um paciente com pulso, respiração e tecido que se desloca.
A agulha vem em três comprimentos, 40, 84 e 120 mm, e o calibre e a ecogenicidade dela são configuráveis. O sistema mede a visualização da agulha, o que dá ao instrutor um dado sobre o gesto e não só uma impressão.


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